Subversa

Editorial Vol. 7 | n.° 6 | outubro de 2017

versão para assinante

“Todas as ciências se encontram disseminadas no monumento literário”

Roland Barthes

 

E podemos comprovar esta hipótese aqui mesmo, neste número:

 

“Qualquer ser humano é pesado demais pra ser humano” (Anderson Freixo) e a literatura como antídoto contra a preguiça de existir.

“Não é só de dor que a gente vive” (Daguito Rodrigues) e a literatura como um momento de empolgação alegre.

“O indizível destaca” (Cauê Monteiro) e a literatura como fábrica de dar forma à vida.

“é grande viver sem medo” (Pedro Fonseca) e a literatura como espaço exterior ao aprisionamento do saber.

“A ver marcas, sem aparente ser na vista” (Suelio Geraldo Pereira) e a literatura como transformadora de marcas subjetivas primitivas.

“um gigantesco elefante / numa minúscula gaiola” (Jean Narciso Bispo Moura) e a literatura como experiência de emancipação.

“um novo homem rompe a porta” (Tiago Correia) e a literatura como a presença do novo.

“Guardo comigo aquela loucura” (Joana Mourisco) e a literatura como documentação interna.

“Não quero licença poética” (Giovane Adriano dos Santos) e a literatura como resistência à própria literatura.

“Dadá, vai ver se eu não estou lá na esquina!” (Bruno Blanco Arámburu) e a literatura como ironia e drible ao cansaço.

 

Desejamos a todos uma boa leitura.

As editoras


[Selecione o texto para ler]

ANDERSON FREIXO | CICATRIZ

BRUNO BLANCO ARÁMBURU  | DIÁLOGO ENTRE PLATÃO E DADÁ MARAVILHA

CAUÊ MONTEIRO  | TUDO O QUE SAI, MUDA DE FORMA

DAGUITO RODRIGUES | DITADO

GIOVANE ADRIANO DOS SANTOS  | SOLECISMO

JEAN NARCISO BISPO MOURA  | EMPURRAR ELEFANTE

JOANA MOURISCO | SACAPLHAÇOS

PEDRO FONSECA  | WAVE

SUELIO GERALDO  | TARAMELA

TIAGO CORREIA  | UM NOVO HOMEM ROMPE A PORTA


Ilustraçao de Capa: Karolina Whoo | Contato: karolinawho@gmail.com | (11) 97986-1943 | BEHANCE

[Artista digital interessada em explorar a estética do erro (glitch art) em suas várias
formas de manifestação, seja por meio da falha inserida artificialmente por técnicas
específicas, seja acolhendo o erro espontâneo, que surge durante o processo de
criação como elemento inesperado que transforma o passado em presente. Fruto de
um mundo borbulhante de possibilidades, traz consigo movimento e vida ao
cotidiano, aquilo que é visto como inconveniente, mas é o principal agente nos mais
variados desfechos e situações.]


APOIO: Editora Penalux

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