Subversa

Editorial Vol. 8 | n.° 1 | janeiro de 2018

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Os animais chegam neste número como chegou 2018 no planeta Terra: irônicos, porém leves e despreocupados.  O primeiro número do ano está repleto de bichos: formigas nos braços, borboletas, canarinhos e bem-te-vis, todos marcando uma série de ritmos no corpo dos poetas.

A arte pode ser instintual, mas é também movida por uma imensa paixão à realidade natural. A obra de arte não nega a fonte infindável da terra como motor de sua própria existência. A luta entre arte e natureza não existe, pois é feita de um limite invisível. É inútil pensar que o poeta, quando fala de si, não está falando de todos os bichos e de todo o universo que o rodeia.

A Subversa entra assoviando em 2018, carregando nos ombros a força de sempre para a caminhada e alguns instrumentos de comunicação animal. Como se andássemos por uma floresta de múltiplas vozes de aves, insetos e plantas, vamos centrar o nosso território e planejar as tarefas que nos cabem: levar em frente o oitavo volume de números digitais e produzir os próximos Cadernos. No meio do mato, basta um pouco de luz para enxergar o que é preciso. Teremos conosco apenas o essencial.

Desejamos a todos um bom reencontro com os textos e com as portas abertas da Subversa.

As editoras.


Clique nos textos para ler:

ANA LUIZA RIGUETO | Uma formiga nos meus braços

ANDRÉ GUILHERME ALMEIDA | A moça

EDUARD TRASTE | Bem-te-vi

GABRIEL MARTINS PADOIN | Canarinho

GRASIELA FRAGOSO | Borboletas sentem gosto pelos pés

GREGÓRIO CAMILO | Der leone

JEAN NARCISO BISPO MOURA | Borboleta

MARIA JOÃO TORRES | Um percurso agreste

OTÁVIO MORAES | Transcriação do infinito

PAULO ENRIQUE FREITAS CRUZ | Se findássemos nossa peça

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