Subversa

Editorial Vol. 8 | n. ° 5 | março de 2018

versão dos assinantes

Não há muito a dizer hoje, mesmo que seja dia 15 e que mais um número da Subversa esteja no ar. Há, aliás, muitas coisas no ar e neste momento um conjunto de textos literários pode soar até estranho, mas são eles que nos darão um pouco de voz. Eles expressam melhor o que estamos sentindo: “Cansa-me contar coisa após coisa”, “conjugo o que vem do céu com as inexatidões do meu coração”, “nos meus sonhos taquei fogo naquela construção”, “habita-me selva em doses”, “uma moribunda sombra caminha pela areia sob um céu lunar e negro que derrama insones águas”.

Hoje é melhor que a literatura fale, que as ideias gritem, que o coração não pare e que haja voz no corpo e no texto. Quando a queda é muito forte, é preciso usar todas as ferramentas disponíveis no coração. E há inúmeras…

Que a literatura de hoje nos dê um pouco de esperança e que os versos destas páginas inspirem em todos a força para seguir em frente.

Desejamos uma boa leitura.

As editoras


Clique nos textos para ler:

Edson Costa Duarte | Sobre o estar imóvel à espera

Eduardo Marangoni Canesin | Mãe

Fábio Amaro | A louca

Gabriel Stroka Ceballos | Verme não soa bem

Marília Valengo | A priori

Pedro de Lucena | Estado de Ser

Pedro Seabra | Em pinceladas espontâneas

Rafael Zoehler | A raiva do cão

Ramon Carlos | Rascunho

Wellington Fioruci | Os dois Paulos e Paulinho

 

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