Subversa

Senhor-de-fora | Suelio Geraldo (Formiga, MG)


Depois o anterior. Ocorrido. Encontro com o da Índia. Mahrude. Estrangeiro viajante.  Metediço plântulas.  No caminho. Picada trilha. “Morro Cagaço”. A ter falado que coloca fogo. Enterra não. “Enganei. E cinzas vão em rio!?” Arremexeu oculto. Fundo interior.

Não, nem! De  caso for pecado. Júria. Queimar defuntos. Este. Principal era filho meu. Juarêz.

Doença que-se-não-fala o secou. Fome afinando em leite mãe. A osso. Carne pele. Duro entisicado amaninhou renascido no talude. Feito de pau-d’arco. Eu com inchó e martelo. Comum de simples.

Agora, mas…. “Penedo. Iscas no cumbuqueiro! Nó. Caroço. Tinha!” Missa e cova no pago. Muito. Grandado valor. Tudo sendo. Disso em sem possuir num quê. Dinheiro montante. Vá contendo apenas ao filho na carroça. Morto. Ademais a mula possuía. Deixado. Resto.

Fim aquele preposto. No dito outro. Gasta pouco. Menos custa. Só tempo. Desatraca inferno por rezar umas preces. Anatematizamento.

“Como? Ou talvez!” Minha cabeça nisso sai. Entanto remorso. Culpa. Acapacidade ato. Razão.

Eu no prosseguia o diante dalí. Local “Centro-Cé”. Quando para enterro. Só me via nôs olhos capim amaralento. Esturrado. Cerradões. Troncos duros cascudos. Folhas nada!…

Sudeste. Vento quanto. Fresco calmo. O trote-trote chacoalhar de Esperança. Mula. Vêm antigo.  Perna. Juntos arreunidos momentos vários.

Ça-soi manducava. A cauda ameigando balanços. Em pé orelhas, do branco dentro. Ressaibadas. Voltava aos lados. Mitizando arredó entendê. Sucedido. Chamusco pêlo de rato a cor nela, e crina piano.

Vi. Tento irmanou comigo vaqueiro. Afigurante num cavalo azulêgo. “Assim donde!”

Granjeante na roupa. Arregimentado. Estava em catiras. Compras de gado…. Esfuziu trela…

_”Apre!”

_”Vai!”

Finório.  Reduz uma jactância.

_”Hê”, conjuntando na sela. Encafuou rosto olhar. “Donde vêm. Muito puxado com carroça?”

Eu, venha, duvidava. Rediando. “_Enterrar filho! Atrás, tão. Cá. Morto!”….

Casquilhou andadura nas aras quentes.  Taurino. Medrou feitio na parelha. Enfiado. Sacacoteando.

_”Ora! Essa no vende?” Ameigado.

Perjurei. Boqueando…

_”Nem!” Discreteava como. “Se cêdisso nunca”. Em nisso. Alcochetou. Aqui nê mim…, o filho. Bastante dor. Disparatou. Remancheei:

_”Preço. O sota! Quando tudo. Ponha?”

Nele cosicando. Tartamudeou:

_”285!” Incontinenti. Súcio.

Depique! Peta! 315 o valor precisado… Cobro escarafunchar aumento. Assaz.

_”No mais”. Regodeei. “Carroça. Veja! Boa madeira baspo. Opulenta feição”. Gavando. “Pinturesca forma…”

Engruvinhado do outro. Alto. Tufada sobranceia. Afim ridente.

_”285! Dantes menos. Patacão de sola!” Acuriou.

Eu. Em mim. Sempre perto. Cintado. Firme. Antemural sua dura cara.

_”Aviva! Maxime é mula”. Rutilando fulgor.”Tem especial.” Silêncio quieto. Dele. Dêquanto esflorava vontade frentiar.

_”Ourela sabença!” Remato. “Conhece coisas  bastante. Adivinhações, traço e ponto. A perigos vê-vez primeira.”

Salpitando. Perto. Escorando vista bem nela.

_”Caitaras! Tapeação!!”…

_”Musga!” Aprumei leiva. “Refugar. Ademora gora seu animal. Sem instante.”

Fez muito tão.  Rapidante zás. O cavalo alçou. Empinado. Saltou. Nas  rédeas estirava. Maciço inteiriçado. Ele o dominando riscou. Em se sê quase pouco caiu.  Porém.

De que afastei. Pelo ré. Encostando lado. Calmadamente.

_”Maná como…,” Doudante na acerteza. Piscaroso. “deu clarar  no achado? Subeste? Igual olho nunca depuis coisa!”…

E neu envelava. Ferruado.

_”Muchou. Encolhe ela orelha mula. Ai quando vem aperto. Risco a ruim. Agastadiço. Eu de pensando nocê. Que estava maldando. Mim contra. Fazer pravidade. Vileza.”

Infindo ouropel. Descontinuei:

_”Com mas não! Foi urutu alí passou. Rápida. Negra. Estrada avermelhada. O susto. Previsto dela. Calungada na esperta. Antes disse no. Ocorreto.”

_”Me fica!…é, ê. Certado. Apareiada toda!” Ele no disse. Tarouco. “Tem os 577. Quanto bem?!”…

_”Já, si. Cada quê. Ponha feito!”

Desapiei carroça. Sobraço do caixão. Miúdo. Assim. Soe pequeno. Avisto pilhou. Hora. Dinheiro entregando.

Sem vagir. Tomou os rumos. Vinha ia. Contrários. Dispertos.

O de longe. Pelos morros. Retrossi volta às costas. No vejo. Ela embora. Esperança. Puxada detrás,  seguindo marcha cavalo.

De somenos logo. “É só.  Por mas filho o morto”. Esticados acarrascados adiante. Ombros o pesado. Idade. Distância grande. Ao demais peso de caixão, soalheira. Ultimando tinha  caminho achegar certo.  Igreja e cemitério. Funereal. Enterro cerimonioso. “Além…, podia com salvo”.

Tempo quê, a nisso…. Supitou lembrança da antiga. Minha. Acasião  no viajante. Do modo fim vida. Deles lá. Mahrude anaantanha. “Encontrado bom?! Cerração engano? Milonga! Quigombô! Baraeira”….

Coato seguia. Eu!


SUELIO GERALDO PEREIRA | Fulano, beltrano, sicrano, marrano, etc., diz-se “alguém, sem embargo, no mais que seja, não sou eu”.

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