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“Metamodernismo” é a nova coluna de Felipe G. A. Moreira


Ao tentarem chocar seus leitores, Charles Baudelaire e a maioria dos poetas do século XX (e.g., Manuel Bandeira, Paul Celan, Sylvia Plath, etc.) seguiram três imperativos estéticos que caracterizam o modernismo: poemas devem retratar desviantes, poemas devem usar uma linguagem alternativa e poemas devem apontar para o novo. Metamodernismo é a tese que ao invés de seguirem esses imperativos, poetas devem identificá-los e colocá-los em cheque, procurando constranger seus leitores. Isso deve ser feito porque paradoxalmente essa é a única maneira de ainda retratar desviantes, usar uma linguagem alternativa e apontar para o novo. Nesse espaço, breves ensaios sobre poesia a partir da perspectiva do metamodernismo serão disponibilizados uma vez por mês. Todos os ensaios são assinados pelo Felipe G. A. Moreira.


FELIPE G. A. MOREIRA nasceu em 1984 no Rio de Janeiro. Publicou a peça poética, Parque (2008, Revista Zunái online) e o livro de poemas, Por uma estética do constrangimento (2013, ed. Oito e Meio). No momento, trabalha no que espera tornar seu novo livro de poemas, “F.G.A.M”. Ele também trabalha como professor de filosofia da Universidade de Miami e na sua dissertação de doutorado sobre metafísica,Disputas: a incomensurável grandeza das micro-guerras.

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