Subversa

Editorial Vol. 3 | n.º 1 | Agosto de 2015 (aniversário de um ano)

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Volume três, número um. A Subversa completa o seu primeiro ano. Os leitores habituados com a revista sabem que, sempre que possível, insistimos em repetir as conquistas do projeto que, até aqui, passou tranquilamente de um blog comunicativo para uma revista que aumenta a cada dia o número de leitores e autores interessados em publicar seus trabalhos.

Por outro lado, não costumamos apegar-nos no discurso da dificuldade de trabalhar com a literatura, no contexto de um país que não lê e noutro que passa por uma crise no sistema educacional. Dificuldades e desafios na execução, todos os projetos enfrentam, independente da área. Um trabalho bem feito é sempre árduo, de um lado, mas facílissimo em outro, quando representa um compromisso natural com as paixões.

Acreditamos que há uma linha tênue que separa a atitude crítica da atitude queixosa, na qual não estamos interessadas, uma vez que a queixa ocupa espaço, pesa o ambiente e reafirma justamente aquilo contra o que se opõe, assumindo-o como problema seu. O que vemos, na verdade, é um crescimento gradual e constante na aceitação da revista, mesmo caminhando contra todos os prognósticos e avisos de que “ninguém vive de literatura”, que “revistas literárias não despertam interesse”. Abrimos caminhos e vemos que, assim como nos inspiramos em diversos outros projetos, hoje a Subversa também inspira o surgimento de revistas literárias similares, questão que reconhece uma responsabilidade artística importante. Estamos concluindo, assim, que a literatura clama por atitudes inovadoras e que inovar não é, necessariamente, perder em qualidade.

A versão impressa do Volume 1 segue circulando por aí. Dois lançamentos já foram feitos, um em Porto Alegre e outro no Rio de Janeiro e, em Agosto, vamos continuar a jornada em São Paulo (dia 15) e na cidade portuguesa de Vila Nova de Cerveira (dia 22).

Neste número, nos subvertemos. Saímos da linha. Publicamos textos longos, fizemos crítica, entrevistas e continuamos uma conversa que iniciou no bairro de Botafogo. E isso ainda é pouco, diante das infinitas possibilidades que a literatura oferece. Desejamos a todos uma ótima leitura.

 As editoras.

FABÍOLA WEYKAMP E SEU CABO DE AÇO GRAMATICAL

SISO | FABÍOLA WEYKAMP

TORTURA LÍRICA NUMA MADRUGADA DE ABRIL REPLETA DE MOSQUITO GRILO E AMOR | FABÍOLA WEYKAMP

INDEFERIDO O ATO DE AMAR | FABÍOLA WEYKAMP

CONCEITO X | LEONARDO BARBOSA

DOR 0 | LEONARDO BARBOSA

O SILÊNCIO DEPOIS DAS AVES | PEDRO BELO CLARA

O ÚLTIMO FUNERAL DE LÊNIN | MARCELO DE ARAÚJO

O MAL DOS CACOS | NORBERTO DO VALE CARDODO

Entrevista: GABRIEL PARDAL e o ORNITORRINCO: “É uma ideia simples, mas a missão é complexa”.

Entrevista: A. MIMURA: “Cada traço é uma decisão final”

 

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